domingo, junho 04, 2006

sábado, junho 03, 2006

sexta-feira, junho 02, 2006

quinta-feira, maio 18, 2006

What's your destiny?

Catarina, your destiny is to be a Provider

Whether you know it or not, this is the role that is most in tune with who you are at your core. As a Provider, you have a genuine nurturing concern for the welfare of others and you're eager to serve them. You can recognize exactly what people need and your friendly, helpful, social nature makes them feel comforted. With your kind and generous heart, you are personable, talkative, and outward with your emotions, and your openness and sensitivity makes you concerned about the way others view you. Along these lines, be careful not to blame yourself when things go wrong. You cannot prevent bad things from happening, even though your tendency to be orderly with a strong sense of right and wrong may lead you to believe you can. Accept that you do what you can to take care of things and that this will get you far in the world.

terça-feira, maio 16, 2006

Aqui estou eu...

... em contagem decrescente para esta fuga magnífica.





Your Soul Number is ONE

You are a strong, self-reliant individual who is willing to stand apart from the crowd and act according to your own beliefs and convictions. You have a deep inner sense of authority and of your own power, and you prefer to either work alone or to be in charge, directing and leading others. You have a dominant nature and greatly influence others, even without trying to. Self-sufficient and independent, you are not easily swayed from the path you set for yourself. However, you tend to be proud and unwilling to ask for help when you need it. You also become so involved with carrying out your own will and desires that you neglect to consider others' needs.

Your inability to cooperate and compromise, and your tendency to be subtly domineering may cause trouble in close relationships. Also, you have trouble accepting any authority and can be rebellious when challenged. Your gifts are originality of thought, the courage to be different and take risks, and a deep core of inner strength.


Inner voice

Know what you know
Feel what you feel
Desire what you desire
Listen the small still voice in you
and you may bring blessing to the troubled, the sad, the lonely.
You will be LIGHT.
You will be LOVE.

segunda-feira, maio 15, 2006

Confiança

Como fazer sair o que há de melhor nos outros?
Demonstrando confiança neles. Por exemplo, reparamos que alguém não está a lidar connosco de forma honesta: essa pessoa sorri e felicita-nos, mas critica-nos injustamente nas nossas costas. Para resolver este problema de uma forma harmoniosa, temos de continuar a mostrar que confiamos nessa pessoa, como se de nada suspeitássemos. Mesmo quando dissimulada, a confiança pode ter muitos efeitos benéficos.
Podemos dizer que isto é deturpar um acto, mas isso depende do que é que nós chamamos um acto. Para mim isto é "educação". É uma questão de nos dirigirmos à parte mais nobre da pessoa, desconhecida para ela própria, e conduzi-la a uma consciência das suas responsabilidades e deveres. Isto não se trata de lhe mentir, de a trair ou fazer-lhe mal; pelo contrário, é apenas uma questão de ajudar a acordar a sua verdadeira natureza, dando-lhe as condições em que isso se pode manifestar. Não é deturpar um acto. No entanto, para se conseguir isto, é necessário trabalhar sobre nós mesmos durante um longo período de tempo; é necessário aprender auto-controle a fim de não nos permitirmos cair nas reacções instintivas da raiva, retaliação e orgulho ferido.

quinta-feira, maio 04, 2006

Há dias em que...


só me apetece estar assim. A olhar pela janela e a contemplar o mundo, como se da primeira vez se tratasse. Hoje é um desses dias. Mas a vista daqui não é tão espectacular como esta. Não há mar, apesar de haver azul, mas é dos azulejos do prédio em frente.
Há uns tempos atrás vi um filme (não me recordo o nome) em que o protagonista andava sempre com uma fotografia de uma praia deserta para que, sempre que estivesse em entrar em ponto de ebulição com as partidas diárias que a vida lhe pregava, pudesse respirar fundo e viajar até essa praia deserta.
Portanto aqui estou eu a fazer a minha fuga diária, a olhar pela janela. E para sempre aqui estarei. Independentemente de tudo o que as outras Catarinas que eu também sou estejam a fazer, a Catarina sonhadora vai continuar a olhar pela janela e a descobrir as maravilhas do que é viver.

terça-feira, abril 04, 2006

Este bem pode ser...


So I found a reason to stay alive
Try a little harder see the other side
Talking to myself
Too many sleepless nights
Trying to find a meaning to this stupid life
I don’t want your sympathy
Sometimes I don’t know who to be

Hey what you looking for
No one has the answer
They just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first
Day of my life

So I found a reason
To let it go
Tell you that I’m smiling
But I still need to grow
Will I find salvation in the arms of love
Will it stop me searching
Will it be enough

I don’t want your sympathy
Sometimes I don’t know who to be

Hey what you looking for
No one has the answer but you just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first day of my life

The first time to really feel alive
The first time to break the chain
The first time to walk away from pain

Hey what you looking for
No one has the answer we just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first day of your life
Hey what you looking for
No one has the answer they just want more

Hey who’s gonna shine alight?
This could be the first day of my life

segunda-feira, abril 03, 2006

O Público apresenta no seu site



Esta semana é um de Luis de Camões, muito conhecido.

Aquela triste e leda madrugada
Aquela triste e leda madrugada,
Cheia toda de mágoa e de piadade,
Enquanto houver no mundo saudade
Quero que seja sempre celebrada.

Ela só, quando amena e marchetada
Saía, dando ao mundo claridade,
Viu apartar-se de uma outra vontade,
Que nunca poderá ver-se apartada.

Ela só viu as lágrimas em fio.
Que de uns e de outros olhos derivadas,
Se acrescentaram em grande e largo rio.

Ela ouviu as palavras magoadas
Que puderam tomar o fogo frio
E dar descanso às almas condenadas. Posted by Picasa

quinta-feira, março 23, 2006

Rainy day


Hmm, chocolate quente! Era mesmo o que me apetecia... Posted by Picasa

quarta-feira, março 22, 2006

Não sei... se a vida é curta...

Não sei...
Não sei...
se a vida é curta ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo: é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira e pura...
enquanto durar.

quinta-feira, março 02, 2006



"I wish I know how to quit you" Posted by Picasa

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

terça-feira, fevereiro 14, 2006

O mais fantástico da vida

é estar com alguém que sabe fazer de um pequeno instante um grande momento.

 
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sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Paciência

 

Quando o aluno está preparado o mestre aparece.
Não procures um tesouro enquanto não souberes o que farias com ele.
Pelo contrário, prepara-te para saber como actuar tendo nas tuas mãos
o tesouro que desejas, como se já o tivesses.
Um dia estarás preparado e aparecerá...
Pelo menos é o que diz a Cláudia
E eu só posso concordar... Posted by Picasa

sexta-feira, janeiro 20, 2006

:)

i fenicotteri per la mia sorella...

 
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quarta-feira, janeiro 18, 2006

As praias desertas

 
As praias desertas continuam esperando por nós dois
A este encontro eu não devo faltar
O mar que brinca na areia está sempre a chamar
Agora eu sei que não posso faltar

O vento que venta lá fora
O mato onde não vai ninguém
Tudo me diz
Não podes mais fingir

Porque tudo na vida há de ser sempre assim
Se eu gosto de você e você gosta de mim
As praias desertas continuam esperando por nós dois Posted by Picasa

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Curiosidades sobre a Sexta-Feira, 13



Lendas que explicam a superstição...

Na Escandinávia existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga numa bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, Friga passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e o diabo - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. A superstição espalhou-se da Escandinávia à Europa.

Mitologia nórdica. No Valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e provocou uma discussão em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze pessoas à mesa, na véspera da morte de Cristo. A partir daí muitas pessoas acreditam que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça na certa.

Bom, se considerar que no jantar da passagem do ano eram 13 pessoas... Isto promete! Posted by Picasa

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Gosto de caminhar

 

sem rumo e de bosques cerrados. Gosto de amanhecer com música, do som da chuva na janela, o cheiro da terra molhada. Gosto de dançar ao luar e sorrir ao sol. Gosto de brincar como criança entre adultos carrancudos. Gosto de pregar partidas e de uma boa piada. Gosto do silêncio. Do vento, da brisa do mar. Gosto de um livro que me faça sonhar acordada. Gosto de anoitecer com velas a brilhar, embrenhada na imaginação de um universo paralelo em que tudo pode acontecer.
Gosto de observar os outros. De sorrisos trocados e olhares cumplices. Palavras carinhosas, gestos de ternura. Preenchem o meu livro, compondo a história que quero contar. São a minha música.
Mas também gosto de notas dissonantes. São o meu enredo, o meu suspense, que tornam a história muito mais interessante. Com todos os elementos necessários a uma vida completa. E, por isso, gosto de uma bofetada no momento certo, das palavras que assentam como uma luva. De olhares que valem mais que mil palavras... Posted by Picasa

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Navegando...

... pelo mundo dos blogs, encontrei este comentário a propósito da Humanidade:
"O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão. Nem o idiota se diz idiota. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas inconfessos. Nunca vi um sujeito vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: - "Senhoras e senhores, eu sou um canalha."
De facto era tão mais fácil se cada um admitisse o personagem vilão, idiota ou canalha que existe em si, em vez de o tentar esconder. É porque o mais certo é vir a ser descoberto. E quanto menos o espera.

terça-feira, dezembro 06, 2005

Talk

Oh brother I can't get through
I've been trying hard to reach you, cause I don't know what to do
Oh brother I can't believe it's true
I'm so scared about the future and I wanna talk to you

You can take a picture of something you see
In the future where will I be?
You can climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody has sung
Or do something that's never been done

Are you lost or incomplete?
Do you feel like a puzzle, you can't find your missing piece?
Tell me how do you feel?
Well I feel like they're talking in a language I don't speak
And they're talking it to me

So you don't know where you're going, and you wanna talk
And you feel like you're going where you've been before
You tell anyone who'll listen but you feel ignored
Nothing's really making any sense at all
Let's talk
Let's talk

quarta-feira, novembro 30, 2005

 

I don't promise I will heal you, but if you want, I can try... Posted by Picasa

terça-feira, novembro 29, 2005

Sinfonia de Sonhos

 
Os planos
E os sonhos que ardem em nós
Diamantes no fundo
De um rio a rolar

Cometas pelo céu
Os sonhos são assim
Esssência luz das constelações
A plenitude e o fim.

Segue a nave-vida
Pelo azul
E os nossos desejos vão além.

Teu corpo, alegre
Colado ao meu
A vida dançando
À luz dessa manhã

Um novo mundo vem
Nós estaremos lá
Nas praias de um futuro bom

Grãos de areia a brilhar Posted by Picasa

Viajar...

 
Só conheço 9% do mundo?
E eu a pensar que era uma cidadã do mundo?!
Acho que tenho mesmo de me pôr a andar se quero que o mapa fique todo vermelhinho...

E tu? Descobre aqui

Por outro lado, conheço 43% da Europa.

 
Assim parece-me muito melhor.
Nada como mudar de perspectiva...

segunda-feira, novembro 28, 2005

 

L'Auberge Espagnole.
Mais um bom filme. É surpreendente como nestes filmes há sempre ligação com a minha própria vivência. Será coincidência? Co-incidência. É como se várias forças me empurrassem. Acabo sempre por esboçar sorrisos e comover-me com momentos que me parecem tão familiares. Também senti essa confusão inicial, sentia-me perdida numa cidade desconhecida em que nomes como Julius-Leberstrasse, Poppelsdorferallee ou Steinweg não faziam qualquer sentido. Mas à medida que o tempo vai passando, esta passa a ser a nossa realidade.
É como daquela vez que cheguei ao aeroporto da Portela e um simples "Acesso interdito" não fazia qualquer sentido. Esquecemo-nos da língua materna e falamos um inglemão portespanhancês. Alguém me percebia? Não! Nem eu... E de repente, percebo que sou Catarina, Alexandra, Oksanna, Thomas, Carmo, Günther, Dennis, Susanne, Frauke, mas também Carla, Maria, Valentim, Sandra, Ana, Filipe e Nilza. E quem mais? Como dizia o Sócrates: "Não sou ateniense, nem grego. Sou apenas um cidadão do mundo". Posted by Picasa

terça-feira, novembro 15, 2005

 

No domingo fui ver o filme Elizabethtown. Uma comédia romântica não é o tipo de filme que eu vá ver ao cinema. Mas este filme chamou-me a atenção. Primeiro por causa da banda sonora e depois porque toda a história aponta para algo a que não podemos ficar indiferentes. O inesperado pode acontecer e o mais certo é acontecer no momento exacto em que menos esperamos. A forma como lidamos com o inesperado é que me fascina. Há quem se sinta completamente perdido nesses momentos e há quem os encare como fugas ou, quem sabe, sinais do destino para nos chamar a atenção para determinadas questões que achamos como certas e que afinal...
Encaixo-me no segundo tipo de pessoas. E é por isso que de vez em quando (e ultimamente cada vez mais) sou assaltada por algumas dúvidas e apetece-me fazer como o Drew e ir por essas estradas fora em busca de mim própria, dos meus desejos e receios. Mas também é verdade que o que me falta não é coragem, mas sim um mapa.
Fui educada na ilusão de que o melhor é ter tudo planeado, por isso, a ideia de ir numa aventura sem destino sempre me assustou. Obviamente. O ideal seria enganar a razão e, para isso, a melhor forma é traçar um percurso. Claro que na realidade não o seguiria à risca. Conheço-me. Adoro meter-me em atalhos e descobrir que estou completamente perdida. E adoro essa sensação que me obriga a procurar o caminho. A reencontrar-me (acho que é pela sensação de estar numa situação em que estou constantemente a enfrentar o desconhecido).
Nada mais me aborrece do que a rotina. Constantemente os mesmos gestos, caminhos e pessoas são boa razão para dar meia volta e não voltar. Deve ser por isso que estou constantemente a recriar momentos de fantasia, de ilusão. Não que precise disso, mas acaba por tornar tudo muito mais interessante. São as minhas fugas, ou melhor, é a verdadeira Catarina em fuga... Bom, mas isso fica para outro post. Posted by Picasa

segunda-feira, outubro 24, 2005

 

Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one

It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you

You feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile

Who are you?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

And I love you I love you
I want you but I fear you

Who are you? Posted by Picasa

sábado, setembro 17, 2005

Aprender a voar

Crescer é olharmos por nós. Deixarmos de estar à espera de encontrar, em todas as pessoas a quem dizemos «bom dia!», quem olhe por nós. Afinal, crescemos sempre que, no lugar de quem olha por nós, surge quem olhe connosco. E, em vez de correr para nós, corra connosco. E não vivendo por nós nasça connosco... É isso que separa imaginar que se voa de aprender a voar.

sexta-feira, setembro 16, 2005

Muitas pessoas receiam desenhar um rumo para aquilo que desejam. Parecem sentir a vida como um barco sem leme, por não terem quem, olhando consigo, faça de farol e de horizonte ao mesmo tempo, tornando os sonhos navegáveis e dando novos mundos a todos os desejos.

quinta-feira, setembro 15, 2005


Idealizar é dizer adeus sem dar por isso... Posted by Picasa

quarta-feira, setembro 14, 2005

Parece-me que amar é reconhecer

Reconhecer, no sentido de quem se conhece duas vezes. Por fora. E por dentro.
Reconhecer como forma de nos reconhecermos, insaciavelmente, em alguém que faz parte de nós.
Reconhecer como uma estranheza que se esclarece, sempre que alguém precioso me reconhece, mesmo quando não sabemos quem somos.
E reconhecer de gratidão. Pelos gestos de reconhecimento que se trocam quando se ama.
Reconhecermo-nos em alguém... desabafa-nos. Isto é, alivia a angústia de estarmos abafados nas dúvidas com que se constrói a solidão.
E de cada vez que alguém se reconhece em nós... transforma-nos. Olha para além de nós; olha por nós. Sem que com isso sobreponha o seu olhar ao nosso.
Talvez amar seja, realmente, reconhecer. E será por isso que, quando olhamos para o nosso coração, nos doa sempre um bocadinho. Porque talvez sobrem as pessoas que olham para nós, e nos acham complicados... Com o tempo, parecem tornar-se quase nenhumas as pessoas que olham por nós... e nos reconhecem.

segunda-feira, setembro 12, 2005

When you try your best, but you don't succeed
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse

When the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?

High up above or down below
When you too in love to let it go
If you never try you'll never know
Just what you're worth

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

sábado, setembro 10, 2005

A terra girou para nos aproximar.
Girou sobre si própria e em nós,
até por fim nos juntar neste sonho.

sexta-feira, setembro 09, 2005

Todos os dias, há um momento, muito breve e subtil, em que conseguimos vislumbrar a verdade. Apresenta-se por inteiro mesmo à nossa frente. E nessa fracção de segundo temos a possibilidade de escolher se queremos a verdade ou se continuamos na ilusão.
Porque será que optamos sempre pela ilusão?

quarta-feira, agosto 31, 2005

Um rapaz e uma rapariga apaixonaram-se loucamente. E resolveram ficar noivos. Os noivos presenteiam-se sempre.
O rapaz era pobre - o seu único bem consistia num relógio que herdou do avô. A pensar nos belos cabelos da sua amada, resolveu vender o relógio para comprar um lindo travessão em prata.
A rapariga tão pouco tinha dinheiro para o presente de noivado. Então, foi até à loja do principal comerciante do lugar e vendeu os seus cabelos. Com o dinheiro, comprou uma corrente de ouro para o relógio do seu amado.
Quando se encontraram, no dia da festa do noivado, ela dá-lhe a corrente para um relógio que fora vendido e ele dá-lhe um travessão para uns cabelos que não existiam mais.

segunda-feira, agosto 29, 2005

Cansa-me ter de ouvir palavras que ferem sem qualquer motivo. Desviar-me de pedras que vêm constantemente na minha direcção, sem que eu possa perceber a razão. Gostava de ser sábia para poder distinguir aquilo que me é dirigido e o que não passa de capricho de quem vive apenas na ilusão de que pode pôr e dispôr da vida dos outros sem qualquer pedido de consentimento. Não quero ser mais joguete nas tuas mãos. Não quero. E tenho direito a não querer e a manifestar a minha vontade. É assim tão difícil aceitar isso?

quinta-feira, agosto 25, 2005

La tortura

Ay pagita mía
Guárdate la poesía
Guárdate la alegría pa'ti

dame, dame, damelo.

No pido que todos los días sean de sol
No pido que todos los viernes sean de fiesta
Tampoco te pido que vuelvas rogando perdón
Si lloras con dos ojos secos
Y hablando de ella

Ay amor me duele tanto
Me duele tanto

Que te fueras sin decir a donde
Ay amor,
fue una tortura
perderte

Yo se que no he sido un santo
Pero lo puedo arreglar amor
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
Solo de errores se aprende
Y hoy se que tuyo es mi corazón
Mejor te guardas todo eso
A otro perro con ese hueso
Y nos decimos adiós

No puedo pedir que el invierno perdone a un rosal
No puedo pedir a los olmos que entreguen peras
No puedo pedirle lo eterno a un simple mortal
Y andar arrojando a los cerdos miles de perlas

Ay amor me duele tanto
Me duele tanto amor
Que no creas más en mis promesas
Ay amor

Es una tortura
Perderte!

Yo se que no he sido un santo
Y es que no estoy hecho de cartón
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
Solo de errores se aprende
Y hoy se que tuyo es mi corazón
Mejor te guardas todo eso
A otro perro con ese hueso
Y nos decimos adiós

No te bajes, no te bajes
Oye negrita mira, no te rajes
De lunes a viernes tienes mi amor
Déjame el sábado a mi que es mejor
Oye mi negra no me castigues más
Porque allá afuera sin ti no tengo paz
Yo solo soy un hombre arrepentido
Soy como el ave que vuelve a su nido

Yo se que no he sido un santo
Y es que no estoy hecho de cartón
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
Solo de errores se aprende
Y hoy se que tuyo es mi corazón

Ay ay ay,
Ay ay ay,
Ay, todo lo que he hecho por ti
Fue una tortura perderte
Me duele tanto que sea asi
Sigue llorando perdón
Yo... yo no voy
A llorar por ti...
A llorar por ti!

quinta-feira, agosto 18, 2005

escrevo-te

pelo corpo sinto um arrepio, uma vertigem que me enche o coração de ausência, pavor e saudade
corri para o telefone
queria apenas ouvir a tua voz
contar-te o sonho que tive ontem e me aterrorizou
queria dizer-te porque parto
por que amo
ouvir-te perguntar quem fala?
e faltar-me a coragem para responder e desligar

depois caminhei com uma fera enfurecida pela casa
a noite tornou-se patética sem ti
não tinha sentido pensar em ti e não sair a correr para a rua
procurar-te imediatamente
correr a cidade duma ponta a outra
só para te dizer boa noite ou talvez tocar-te e morrer

sim
correr a cidade, procurar-te mesmo que me afastasses
mesmo que nem me olhasses
mesmo que me dissesses coisas que me...
mesmo que...
e ter a certeza de que serias tu depois a procurar-me.

quarta-feira, agosto 17, 2005


Há três categorias de pessoas.
Uma, a que, quando tem frio, oferece toda a sua roupa de agasalho. Outra, a que, quando sente frio, veste a sua roupa de agasalho. E uma terceira que, quando sente frio, acende uma fogueira para se aquecer a si mesma e a todos os que queiram desfrutar do calor.
A primeira pessoa é suicida: irá morrer de frio. A segunda é miserável: irá morrer sozinha. A terceira é um ser humano normal, adulto e egoísta (acende a fogueira porque tem frio).
Se puder escolher, escolho acender milhares de fogueiras e, mais ainda, escolho ensinar milhares de seres humanos a acender fogueiras.

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terça-feira, agosto 16, 2005


tento perder a memória
única tarefa que tem a ver com a eternidade
de resto... creio que nunca ali estivemos
e nada disto provavelmente se passou aqui

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quinta-feira, agosto 11, 2005

Try

All I know
Is everything is not as it's sold
but the more I grow the less I know
And I have lived so many lives
Though I'm not old
And the more I see, the less I grow
The fewer the seeds the more I sow

Then I see you standing there
Wanting more from me
And all I can do is try
Then I see you standing there
Wanting more from me
And all I can do is try

I wish I hadn't seen all of the realness
And all the real people are really not real at all
The more I learn the more I cry
As I say goodbye to the way of life
I thought I had designed for me

Then I see you standing there
Wanting more from me
And all I can do is try
Then I see you standing there
I'm all I'll ever be
But all I can do is try
Try

All of the moments that already passed
We'll try to go back and make them last
All of the things we want each other to be
We never will be
And that's wonderful, and that's life
And that's you,
This is me,
And we are, we are, we are
Free
In our love
We are free in our love

terça-feira, agosto 09, 2005

Balada do desajeitado



Sei de alguém por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar
Só que hoje viu o tempo que perdeu
Sabes esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar

Sabes lá o que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado
E aqui estou eu
A ver o tempo a passar
A ver se chega o tempo
De haver tempo para te falar

Eu não sei o que é que te hei-de eu dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti

Podes crer que à noite o sono é ligeiro
Fico à espera o dia inteiro
Para poder desabafar
Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o à vontade
Acabo por me calar

Falta-me o jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
Que às vezes até me engasgo

Nada a fazer
E é por isso que eu te conto
É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto

Eu não sei o que é que te hei-de eu dar
Nem te sei inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem, só que já me esqueci
Então olha eu gosto muito de ti

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