Que sorte a minha poder escrever o que penso e sinto. Se não fosse isso, sufocava, de certeza.
quinta-feira, junho 08, 2006
quarta-feira, junho 07, 2006
terça-feira, junho 06, 2006
segunda-feira, junho 05, 2006
domingo, junho 04, 2006
sábado, junho 03, 2006
sexta-feira, junho 02, 2006
quinta-feira, maio 18, 2006
What's your destiny?
Whether you know it or not, this is the role that is most in tune with who you are at your core. As a Provider, you have a genuine nurturing concern for the welfare of others and you're eager to serve them. You can recognize exactly what people need and your friendly, helpful, social nature makes them feel comforted. With your kind and generous heart, you are personable, talkative, and outward with your emotions, and your openness and sensitivity makes you concerned about the way others view you. Along these lines, be careful not to blame yourself when things go wrong. You cannot prevent bad things from happening, even though your tendency to be orderly with a strong sense of right and wrong may lead you to believe you can. Accept that you do what you can to take care of things and that this will get you far in the world.
terça-feira, maio 16, 2006
Your Soul Number is ONE
You are a strong, self-reliant individual who is willing to stand apart from the crowd and act according to your own beliefs and convictions. You have a deep inner sense of authority and of your own power, and you prefer to either work alone or to be in charge, directing and leading others. You have a dominant nature and greatly influence others, even without trying to. Self-sufficient and independent, you are not easily swayed from the path you set for yourself. However, you tend to be proud and unwilling to ask for help when you need it. You also become so involved with carrying out your own will and desires that you neglect to consider others' needs. Your inability to cooperate and compromise, and your tendency to be subtly domineering may cause trouble in close relationships. Also, you have trouble accepting any authority and can be rebellious when challenged. Your gifts are originality of thought, the courage to be different and take risks, and a deep core of inner strength. |
segunda-feira, maio 15, 2006
Confiança
Demonstrando confiança neles. Por exemplo, reparamos que alguém não está a lidar connosco de forma honesta: essa pessoa sorri e felicita-nos, mas critica-nos injustamente nas nossas costas. Para resolver este problema de uma forma harmoniosa, temos de continuar a mostrar que confiamos nessa pessoa, como se de nada suspeitássemos. Mesmo quando dissimulada, a confiança pode ter muitos efeitos benéficos.
Podemos dizer que isto é deturpar um acto, mas isso depende do que é que nós chamamos um acto. Para mim isto é "educação". É uma questão de nos dirigirmos à parte mais nobre da pessoa, desconhecida para ela própria, e conduzi-la a uma consciência das suas responsabilidades e deveres. Isto não se trata de lhe mentir, de a trair ou fazer-lhe mal; pelo contrário, é apenas uma questão de ajudar a acordar a sua verdadeira natureza, dando-lhe as condições em que isso se pode manifestar. Não é deturpar um acto. No entanto, para se conseguir isto, é necessário trabalhar sobre nós mesmos durante um longo período de tempo; é necessário aprender auto-controle a fim de não nos permitirmos cair nas reacções instintivas da raiva, retaliação e orgulho ferido.
quinta-feira, maio 04, 2006
Há dias em que...

só me apetece estar assim. A olhar pela janela e a contemplar o mundo, como se da primeira vez se tratasse. Hoje é um desses dias. Mas a vista daqui não é tão espectacular como esta. Não há mar, apesar de haver azul, mas é dos azulejos do prédio em frente.
Há uns tempos atrás vi um filme (não me recordo o nome) em que o protagonista andava sempre com uma fotografia de uma praia deserta para que, sempre que estivesse em entrar em ponto de ebulição com as partidas diárias que a vida lhe pregava, pudesse respirar fundo e viajar até essa praia deserta.
Portanto aqui estou eu a fazer a minha fuga diária, a olhar pela janela. E para sempre aqui estarei. Independentemente de tudo o que as outras Catarinas que eu também sou estejam a fazer, a Catarina sonhadora vai continuar a olhar pela janela e a descobrir as maravilhas do que é viver.
terça-feira, abril 04, 2006
Este bem pode ser...
So I found a reason to stay alive
Try a little harder see the other side
Talking to myself
Too many sleepless nights
Trying to find a meaning to this stupid life
I don’t want your sympathy
Sometimes I don’t know who to be
Hey what you looking for
No one has the answer
They just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first
Day of my life
So I found a reason
To let it go
Tell you that I’m smiling
But I still need to grow
Will I find salvation in the arms of love
Will it stop me searching
Will it be enough
I don’t want your sympathy
Sometimes I don’t know who to be
Hey what you looking for
No one has the answer but you just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first day of my life
The first time to really feel alive
The first time to break the chain
The first time to walk away from pain
Hey what you looking for
No one has the answer we just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first day of your life
Hey what you looking for
No one has the answer they just want more
Hey who’s gonna shine alight?
This could be the first day of my life
segunda-feira, abril 03, 2006
O Público apresenta no seu site

Esta semana é um de Luis de Camões, muito conhecido.
Aquela triste e leda madrugada
Aquela triste e leda madrugada,
Cheia toda de mágoa e de piadade,
Enquanto houver no mundo saudade
Quero que seja sempre celebrada.
Ela só, quando amena e marchetada
Saía, dando ao mundo claridade,
Viu apartar-se de uma outra vontade,
Que nunca poderá ver-se apartada.
Ela só viu as lágrimas em fio.
Que de uns e de outros olhos derivadas,
Se acrescentaram em grande e largo rio.
Ela ouviu as palavras magoadas
Que puderam tomar o fogo frio
E dar descanso às almas condenadas.
quinta-feira, março 23, 2006
quarta-feira, março 22, 2006
Não sei... se a vida é curta...
Não sei...
se a vida é curta ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo: é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira e pura...
enquanto durar.
quinta-feira, março 02, 2006
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
terça-feira, fevereiro 14, 2006
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Paciência
Quando o aluno está preparado o mestre aparece.
Não procures um tesouro enquanto não souberes o que farias com ele.
Pelo contrário, prepara-te para saber como actuar tendo nas tuas mãos
o tesouro que desejas, como se já o tivesses.
Um dia estarás preparado e aparecerá...
Pelo menos é o que diz a Cláudia
E eu só posso concordar...
sexta-feira, janeiro 20, 2006
quarta-feira, janeiro 18, 2006
As praias desertas
As praias desertas continuam esperando por nós dois
A este encontro eu não devo faltar
O mar que brinca na areia está sempre a chamar
Agora eu sei que não posso faltar
O vento que venta lá fora
O mato onde não vai ninguém
Tudo me diz
Não podes mais fingir
Porque tudo na vida há de ser sempre assim
Se eu gosto de você e você gosta de mim
As praias desertas continuam esperando por nós dois
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Curiosidades sobre a Sexta-Feira, 13

Lendas que explicam a superstição...
Na Escandinávia existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga numa bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, Friga passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e o diabo - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. A superstição espalhou-se da Escandinávia à Europa.
Mitologia nórdica. No Valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e provocou uma discussão em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze pessoas à mesa, na véspera da morte de Cristo. A partir daí muitas pessoas acreditam que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça na certa.
Bom, se considerar que no jantar da passagem do ano eram 13 pessoas... Isto promete!
sexta-feira, janeiro 06, 2006
Gosto de caminhar
sem rumo e de bosques cerrados. Gosto de amanhecer com música, do som da chuva na janela, o cheiro da terra molhada. Gosto de dançar ao luar e sorrir ao sol. Gosto de brincar como criança entre adultos carrancudos. Gosto de pregar partidas e de uma boa piada. Gosto do silêncio. Do vento, da brisa do mar. Gosto de um livro que me faça sonhar acordada. Gosto de anoitecer com velas a brilhar, embrenhada na imaginação de um universo paralelo em que tudo pode acontecer.
Gosto de observar os outros. De sorrisos trocados e olhares cumplices. Palavras carinhosas, gestos de ternura. Preenchem o meu livro, compondo a história que quero contar. São a minha música.
Mas também gosto de notas dissonantes. São o meu enredo, o meu suspense, que tornam a história muito mais interessante. Com todos os elementos necessários a uma vida completa. E, por isso, gosto de uma bofetada no momento certo, das palavras que assentam como uma luva. De olhares que valem mais que mil palavras...
quarta-feira, dezembro 07, 2005
Navegando...
"O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão. Nem o idiota se diz idiota. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas inconfessos. Nunca vi um sujeito vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: - "Senhoras e senhores, eu sou um canalha."
De facto era tão mais fácil se cada um admitisse o personagem vilão, idiota ou canalha que existe em si, em vez de o tentar esconder. É porque o mais certo é vir a ser descoberto. E quanto menos o espera.
terça-feira, dezembro 06, 2005
Talk
I've been trying hard to reach you, cause I don't know what to do
Oh brother I can't believe it's true
I'm so scared about the future and I wanna talk to you
You can take a picture of something you see
In the future where will I be?
You can climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody has sung
Or do something that's never been done
Are you lost or incomplete?
Do you feel like a puzzle, you can't find your missing piece?
Tell me how do you feel?
Well I feel like they're talking in a language I don't speak
And they're talking it to me
So you don't know where you're going, and you wanna talk
And you feel like you're going where you've been before
You tell anyone who'll listen but you feel ignored
Nothing's really making any sense at all
Let's talk
Let's talk
terça-feira, novembro 29, 2005
Sinfonia de Sonhos
Os planos
E os sonhos que ardem em nós
Diamantes no fundo
De um rio a rolar
Cometas pelo céu
Os sonhos são assim
Esssência luz das constelações
A plenitude e o fim.
Segue a nave-vida
Pelo azul
E os nossos desejos vão além.
Teu corpo, alegre
Colado ao meu
A vida dançando
À luz dessa manhã
Um novo mundo vem
Nós estaremos lá
Nas praias de um futuro bom
Grãos de areia a brilhar
segunda-feira, novembro 28, 2005
L'Auberge Espagnole.
Mais um bom filme. É surpreendente como nestes filmes há sempre ligação com a minha própria vivência. Será coincidência? Co-incidência. É como se várias forças me empurrassem. Acabo sempre por esboçar sorrisos e comover-me com momentos que me parecem tão familiares. Também senti essa confusão inicial, sentia-me perdida numa cidade desconhecida em que nomes como Julius-Leberstrasse, Poppelsdorferallee ou Steinweg não faziam qualquer sentido. Mas à medida que o tempo vai passando, esta passa a ser a nossa realidade.
É como daquela vez que cheguei ao aeroporto da Portela e um simples "Acesso interdito" não fazia qualquer sentido. Esquecemo-nos da língua materna e falamos um inglemão portespanhancês. Alguém me percebia? Não! Nem eu... E de repente, percebo que sou Catarina, Alexandra, Oksanna, Thomas, Carmo, Günther, Dennis, Susanne, Frauke, mas também Carla, Maria, Valentim, Sandra, Ana, Filipe e Nilza. E quem mais? Como dizia o Sócrates: "Não sou ateniense, nem grego. Sou apenas um cidadão do mundo".
terça-feira, novembro 15, 2005
No domingo fui ver o filme Elizabethtown. Uma comédia romântica não é o tipo de filme que eu vá ver ao cinema. Mas este filme chamou-me a atenção. Primeiro por causa da banda sonora e depois porque toda a história aponta para algo a que não podemos ficar indiferentes. O inesperado pode acontecer e o mais certo é acontecer no momento exacto em que menos esperamos. A forma como lidamos com o inesperado é que me fascina. Há quem se sinta completamente perdido nesses momentos e há quem os encare como fugas ou, quem sabe, sinais do destino para nos chamar a atenção para determinadas questões que achamos como certas e que afinal...
Encaixo-me no segundo tipo de pessoas. E é por isso que de vez em quando (e ultimamente cada vez mais) sou assaltada por algumas dúvidas e apetece-me fazer como o Drew e ir por essas estradas fora em busca de mim própria, dos meus desejos e receios. Mas também é verdade que o que me falta não é coragem, mas sim um mapa.
Fui educada na ilusão de que o melhor é ter tudo planeado, por isso, a ideia de ir numa aventura sem destino sempre me assustou. Obviamente. O ideal seria enganar a razão e, para isso, a melhor forma é traçar um percurso. Claro que na realidade não o seguiria à risca. Conheço-me. Adoro meter-me em atalhos e descobrir que estou completamente perdida. E adoro essa sensação que me obriga a procurar o caminho. A reencontrar-me (acho que é pela sensação de estar numa situação em que estou constantemente a enfrentar o desconhecido).
Nada mais me aborrece do que a rotina. Constantemente os mesmos gestos, caminhos e pessoas são boa razão para dar meia volta e não voltar. Deve ser por isso que estou constantemente a recriar momentos de fantasia, de ilusão. Não que precise disso, mas acaba por tornar tudo muito mais interessante. São as minhas fugas, ou melhor, é a verdadeira Catarina em fuga... Bom, mas isso fica para outro post.
segunda-feira, outubro 24, 2005
Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you
You feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile
Who are you?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are you?
sábado, setembro 17, 2005
Aprender a voar
sexta-feira, setembro 16, 2005
quinta-feira, setembro 15, 2005
quarta-feira, setembro 14, 2005
Parece-me que amar é reconhecer
Reconhecer como forma de nos reconhecermos, insaciavelmente, em alguém que faz parte de nós.
Reconhecer como uma estranheza que se esclarece, sempre que alguém precioso me reconhece, mesmo quando não sabemos quem somos.
E reconhecer de gratidão. Pelos gestos de reconhecimento que se trocam quando se ama.
Reconhecermo-nos em alguém... desabafa-nos. Isto é, alivia a angústia de estarmos abafados nas dúvidas com que se constrói a solidão.
E de cada vez que alguém se reconhece em nós... transforma-nos. Olha para além de nós; olha por nós. Sem que com isso sobreponha o seu olhar ao nosso.
Talvez amar seja, realmente, reconhecer. E será por isso que, quando olhamos para o nosso coração, nos doa sempre um bocadinho. Porque talvez sobrem as pessoas que olham para nós, e nos acham complicados... Com o tempo, parecem tornar-se quase nenhumas as pessoas que olham por nós... e nos reconhecem.
segunda-feira, setembro 12, 2005
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse
When the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?
High up above or down below
When you too in love to let it go
If you never try you'll never know
Just what you're worth
Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

















