terça-feira, maio 20, 2008

segunda-feira, maio 19, 2008

Engolir sapos não é fácil.
Dizem.
Consta-me.
Mas será que devemos mesmo tentar livrar-nos desses sapos amargos de boca?
Se olharmos com atenção o sapo (que engolimos) está a colocar-nos perante uma situação muito concreta na qual temos dificuldade em nos adaptar.
Por isso, o sapo remete-nos para um processo de crescimento interior, em que tomamos contacto com as nossas próprias emoções contidas, permitindo uma Purificação, no sentido em que identificamos claramente o que nos impede de evoluir.
Da próxima vez que tentar livrar-se de um sapo, pense bem.
Reflicta sobre o motivo porque está a querer sair da situação.

domingo, maio 18, 2008

sábado, maio 17, 2008

sexta-feira, maio 16, 2008

Há dias assim

Em que tudo parece correr bem e de repente há volta de lua.
Gosto do acompanhamento que estou a fazer e sinto até que começam a valorizar o meu trabalho. Mas (há sempre um mas) no final do dia quando saio do escritório, sou a última! e nem o doce das pipocas me aquece o coração.
Inevitavelmente a volta de lua :) para :(

quinta-feira, maio 15, 2008

O que é certo

é que fiquei a pensar no assunto.

Mas que importa? Que te importa o que ainda sinto ou deixo de sentir? Acaso irá mudar alguma coisa? Não será um pouco tarde? É a questão do E se... o eterno Se...

quarta-feira, maio 14, 2008

E se...

É tudo uma questão de timing, certo?

terça-feira, maio 13, 2008

Azul

Sem mais palavras.
Apenas o azul que descreves em olhares discretos trocados à porta da sala ao fundo do corredor.
Ponto de interrogação por trás dessa sinceridade misturada com pinceladas de frieza.
Não nos percebo.
Não te percebo.
Não me percebo.
Alguma tranquilidade inquieta.
Uma ansiedade, um desejo.
Uma comunicação incompleta.
Hoje nada pusémos em comum.
Em condições de comunicar contigo?
Pois bem.
Limites claros na nossa relação.
Intenção de aproximação a partir das nossas diferenças.
Saber até onde chegar sem te invadir, sem que me invadas.
Longo caminho a percorrer depois de um corte à beira mar azul.

segunda-feira, maio 12, 2008

Lentes de contacto

Pois é.
Depois de um dia inteiro a falar das minhas lentes de contacto que estão a ficar opacas (principalmente a lente direita) por causa das proteínas das lágrimas (não é que eu chore muito, mas quem usa lentes sabe que é essencial para que a lente não seque) e quando constato que inclusivé já começo a ver tudo nublado...
Eis senão quando?! perco a lente esquerda na casa de banho!!! (E nem S. Toquinho me valeu!)
O que é que isto me diz?
Que estou a perder a visão.
Mitologicamente falando, a falta de visão aparece de forma abrupta, podendo representar o "advinho" como se a perda da visão externa fosse condição necessária a uma introspecção, que pode levar à clarividência (clarividente no sentido de pessoa prudente, sensata, discreta, cautelosa).
Então esta minha súbita perda da visão é provavelmente um convite a uma forte introspecção.
Hmm...
Ora simbolicamente pode também representar a necessidade de entrar em contacto comigo mesma. É como se estivesse a perder a Luz e o contacto com o mundo.
Pois bem, tendo em conta que até para escrever este post demorei horas, porque a ligação estava em baixo, acho que tenho de rever uma questão básica: estou desligada do mundo é um facto, por isso, tenho de encontrar o botão de conexão.
Mas antes, o melhor mesmo é ir ao oftalmologista e resolver de uma vez por todas a questão das proteínas.

domingo, maio 11, 2008

Vazio

Sinto um vazio.
Um misto de saudade.
Momentos vividos.
Beijos trocados, sonhos partilhados.
Sinto o teu cheiro, o teu toque.
Viste-me chorar, viste-me sorrir.
Viste-me dormir enquanto chegava a madrugada.
Conheço os teus medos, conheces os meus.
Sinto a tua mão apertando a minha.
A segurança dos teus braços envolvendo-me com carinho.
Sinto um vazio.
Que não sei ainda como preencher.


É preciso criar um espaço, criar um vazio, para que as coisas novas cheguem à nossa vida.
É a força desse vazio que absorve e atrai tudo o que desejamos.

sábado, maio 10, 2008

Hmm

Que bom é dormir.
Os compromissos é que sairam furados.
Ou quase. Ainda deu para rever o pessoal.
Gosto quando reencontro pessoas que não via há muito tempo e parece que acabei dos deixar no dia anterior. Mas significa isso que não estamos a evoluir? Uma vez que estamos exactamente na mesma?
Fica a dúvida.
Mas por hoje já chega de terapias.
Até porque com o sono acabo por aguçar o meu sentido critico e posso chegar a ser agressiva e, às vezes, até cruel.

Sou-o quando te incito a encontrar-te com o que evitas.
Sou-o quando te digo o que mais te dói.
Sou-o quando me aproximo sem ter em conta a distância «supostamente útil» entre terapeuta e paciente.
Sou-o quando me permito dizer-te: «Aborreço-me, enfastia-me, não tenho vontade, não quero ou vai-te embora».
Sou-o quando me permito dizer-te: «Gosto, fica, amo-te».
Sou-o contigo.
Sou-o comigo.
Sou-o.

sexta-feira, maio 09, 2008

É muito bom sair para dançar

Mas e se a musica que está a passar não é a tua onda?
E precisavas mesmo de extravasar a energia acumulada, o cansaço, as angustias, as ansiedades?
Sai o tiro pela culatra.
O que vale é que há sempre uma praia para explorar.
E boa companhia.

quinta-feira, maio 08, 2008

Planear

planear, planear.
Para fazer tudo ao contrário.
Nada como a improvisação.

quarta-feira, maio 07, 2008

3 momentos

Entendimento (Percebo o que queres dizer)
Compreensão (Também sinto isso)
Aceitação (Agora segue a tua vida que eu sigo a minha)
Bom, não devia ser bem assim.
Mas na vida real as situações nunca têm um happy ending.

terça-feira, maio 06, 2008

E de repente oferecem-me...

Sinto:

Alegria
Simplicidade
Pureza
No fundo, volto a ser criança.

segunda-feira, maio 05, 2008

Fraqueza

- Sou fraca, na realidade sou fraca. Estou farta dessa fortaleza que os outros, todos os outros, crêem ver em mim.
- Procura inverter essa frase, trocando fraca por forte, e ouvir essa frase nova para ver como fica.
- Sou forte, na realidade sou forte. Estou farta dessa fraqueza que os outros, todos os outros, crêem ver em mim.
- Soa-te bem? Quantas vezes terás dito essa frase «aos outros» durante toda a tua vida? Quantas vezes a terás declamado a ti mesma?
- Muitas...
- É impossível que as pessoas aceitem uma mudança de cento e oitenta graus na estrutura dos outros. Talvez se deixasses de vender fortaleza, se permitisses que a tua fraqueza saísse para fora sem que por trás estivesse a exigente a pôr condições, se desses tempo «aos outros», talvez algo se invertesse.

domingo, maio 04, 2008

De regresso

Devia ser proibido.

sábado, maio 03, 2008

Pois

De repente um vazio aqui ao lado.

sexta-feira, maio 02, 2008

Provocação

Dia em que descubro que adoro provocar até ao ponto de conseguir o que quero.
Talvez tenha sido manipulação. Foi sem dúvida.
Mas resultou em algo excitante que nos deixou com sorrisos nos lábios entre outras emoções partilhadas.
Afinal não estávamos assim tão longe.

quinta-feira, maio 01, 2008

De partida

Para trás fica a confusão.
Vou poder respirar fundo e olhar a situação de um outro ponto de vista.
O do afastamento.
O de longe.
O de fora.
Pelo menos um pouco mais de fora.
Tranquilizar as emoções turbilhantes dos últimos dias.
Respirar fundo.
Inspira.
Expira.
Manter sempre o ritmo calmo, para voltar a sentir serenidade.