Parece que faço de propósito, mas não.
Foi um dom que desenvolvi.
Cheira-me a confusão, pum! lá estou eu.
Mas não sou a única, não é bébé?
Que sorte a minha poder escrever o que penso e sinto. Se não fosse isso, sufocava, de certeza.
sexta-feira, junho 06, 2008
quinta-feira, junho 05, 2008
quarta-feira, junho 04, 2008
terça-feira, junho 03, 2008
segunda-feira, junho 02, 2008
Há dias
de manhã que uma pessoa à tarde não devia sair à noite e muito menos de madrugada.
Hoje foi um desses dias, tardes, noites e a madrugada promete...
Hoje foi um desses dias, tardes, noites e a madrugada promete...
domingo, junho 01, 2008
sábado, maio 31, 2008
sexta-feira, maio 30, 2008
Não
ainda não estou de volta.
Deixai-me dormir.
É-me penoso sorrir o dia inteiro para que tudo pareça bem.
Não, não está.
Outro analgésico, por favor.
Dormir, dormir...
Demasiada turbulência no avião.
Não sei se levanta voo se aterra, só sei que nunca mais pára.
Um pouco de paz interior.
É só o que peço.
Como? Se tudo parece a mil à hora.
Não estar entre quatro paredes é libertador, mas põe a cabeça a funcionar.
Porém não quero.
Não queria.
Cala-te, deixa-me dormir.
Deixai-me dormir.
É-me penoso sorrir o dia inteiro para que tudo pareça bem.
Não, não está.
Outro analgésico, por favor.
Dormir, dormir...
Demasiada turbulência no avião.
Não sei se levanta voo se aterra, só sei que nunca mais pára.
Um pouco de paz interior.
É só o que peço.
Como? Se tudo parece a mil à hora.
Não estar entre quatro paredes é libertador, mas põe a cabeça a funcionar.
Porém não quero.
Não queria.
Cala-te, deixa-me dormir.
quinta-feira, maio 29, 2008
Como estás?
- Não sei.
- Como não sabes?
- Nem quero pensar nisso.
- Porquê?
- A resposta é demasiado dolorosa. Não quero viver isso agora.
- Mas é agora que estás a viver isso.
- Posso estar a viver, mas não preciso pensar sobre o assunto.
- Ah! Então queres um analgésico.
- Sim, um agora vinha mesmo a calhar.
- Aqui o tens.
- (tomando o analgésico) Já me sinto melhor. Agora posso dormir.
- E amanhã? Como vais fazer? Vais continuar a dormir, a não querer pensar?
- Amanhã tomo outro.
- Até quando?
- Até acabarem os analgésicos.
- Tens ideia de quantos ainda te restam?
- Cala-te. Já não te posso ouvir. Além disso, o analgésico que me deste já está a fazer efeito. (e adormece)
- (murmurando) Placebos. Até quando te vais continuar a enganar? Não será melhor viver tudo isso, em consciência. Sentindo a dor, a perda, para depois poder recomeçar? Não, claro que não responderias se pudésses. Dorme então. Amanhã será um novo dia.
- Como não sabes?
- Nem quero pensar nisso.
- Porquê?
- A resposta é demasiado dolorosa. Não quero viver isso agora.
- Mas é agora que estás a viver isso.
- Posso estar a viver, mas não preciso pensar sobre o assunto.
- Ah! Então queres um analgésico.
- Sim, um agora vinha mesmo a calhar.
- Aqui o tens.
- (tomando o analgésico) Já me sinto melhor. Agora posso dormir.
- E amanhã? Como vais fazer? Vais continuar a dormir, a não querer pensar?
- Amanhã tomo outro.
- Até quando?
- Até acabarem os analgésicos.
- Tens ideia de quantos ainda te restam?
- Cala-te. Já não te posso ouvir. Além disso, o analgésico que me deste já está a fazer efeito. (e adormece)
- (murmurando) Placebos. Até quando te vais continuar a enganar? Não será melhor viver tudo isso, em consciência. Sentindo a dor, a perda, para depois poder recomeçar? Não, claro que não responderias se pudésses. Dorme então. Amanhã será um novo dia.
quarta-feira, maio 28, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
Numerologia
Algumas curiosidades sobre Numerologia.
Segundo o meu dia de nascimento sou, acima de tudo, uma pessoa emocional. Preciso de amigos, de camaradagem, do conforto e apoio dado pelos outros. Desejo sentir-me segura no lar e entre a família e serei bem sucedida nos assuntos domésticos, onde a capacidade de compreender e absorver os pormenores será um factor positivo.
Tenho talentos musicais (é um facto) ou artísticos que devo desenvolver. Devo evitar que a minha personalidade seja dominada pelas emoções, pois podereir ser considerada uma pessoa volúvel. Cultivando o meu dom natural de simpatia e o trato paciente com os detalhes poderei ser alguém bem sucedida.
A minha ambição (Número 1) é realizar coisas, assim como encorajar, aconselhar e orientar outras pessoas (sém dúvida!!!).
Sou idealista, visionária, mente progressiva, inventiva e intuitiva. Uma pesquisadora. (Número de personalidade: 11)
Segundo o meu número de Expressão (Número 3) procuro sempre o sucesso de modo criador, através do teatro, música, canto e outras formas de criatividade. Não consigo encarar o dinheiro com seriedade e não me preocupo com isso (definitivamente eu!!!).
Segundo o meu número de Destino (Número 9) devo ser na vida uma pessoa amorosa e prestativa. Para ser feliz e bem sucedida, terei de cultivar uma atitude aberta em relação à vida. Terei de esquecer pequenas coisas insignificantes que, frequentemente, incomodam outras pessoas, não permitindo que elas me influenciem, pois o meu caminho exigirá compaixão, compreensão e uma grande vontade de servir. Poderei julgar que a minha presença é frequentemente solicitada em excesso para reordenar as coisas que estão fora de rumo (tudo eu, tudo eu); todavia, este é o meu verdadeiro papel, isto é, manter uma visão ampla e grande interesse pelas coisas do mundo. O sucesso e a felicidade estarão ao meu alcance se eu for capaz de vencer os preconceitos e tratar os outros exactamente como eu gostaria de ser tratada. O destino, não só me dará dinheiro, mas também sabedoria para administrá-lo, já que sou privilegiada pelos deuses, desde que viva de acordo com os meus ideais.
segunda-feira, maio 26, 2008
Perguntas
Todos nós temos questões para as quais queremos respostas.
Ficam aqui algumas.
Para onde vamos depois de morrer?
Porque é que temos medo?
Existem ovnis e extraterrestres?
Porque é que acontecem acidentes?
Porque é que nascemos, se acabamos por morrer?
Quantas estrelas há no céu?
Quem é que inventou a guerra e a felicidade?
Porque é que existem mosquitos e moscas?
Porque é que amamos certas pessoas e detestamos outras?
Quem é que deu o nome às cores?
E por último...
Porque é que em vez de dar respostas não tentamos saber o que o outro quer perguntar?
Ficam aqui algumas.
Para onde vamos depois de morrer?
Porque é que temos medo?
Existem ovnis e extraterrestres?
Porque é que acontecem acidentes?
Porque é que nascemos, se acabamos por morrer?
Quantas estrelas há no céu?
Quem é que inventou a guerra e a felicidade?
Porque é que existem mosquitos e moscas?
Porque é que amamos certas pessoas e detestamos outras?
Quem é que deu o nome às cores?
E por último...
Porque é que em vez de dar respostas não tentamos saber o que o outro quer perguntar?
domingo, maio 25, 2008
I'm back
Numa bela tarde de Domingo, intentou Cata regressar a casa depois de um fim de semana prolongado em Londres.
"Que bom seria poder ficar aqui", pensou Cata antes de embarcar.
Mas nada mais havia a fazer para poder continuar naquele lugar.
Era chegada a hora, assim marcava o Big Ben.
Por isso Cata foi para a sua viagem de regresso.
Viu o céu azul com as nuvens brancas, resplandecentes com a luz do sol.
"Sol... não é irónico que sempre que venho a Londres está sol?!"
Lá em cima no avião dormiu.
Dormiu e sonhou.
E sonhou que continuava a dormir.
Nessa pod bed improvisada.
E não era mais ela que dormia, era essa Kate adormecida num hostel perdido num bairro londrino...
Se ao menos pudesse levantar-se e continuar a passear por esses jardins de verde...
E entrar e sair no tube, entre britânicos apressados com sorrisos rasgados ou caras desconfiadas...
Ou quem sabe trabalhar nesse mesmo hostel onde cada dia é um novo dia...
Sim, a Kate pode fazer isso.
Tal como a Katharina pode trabalhar no Flughafen de Frankfurt...
E a Catherine servir croissants na Bastille.
E a Katarina dançar no Ballet Russo.
Mas a Cata.
Essa está de volta.
"Que bom seria poder ficar aqui", pensou Cata antes de embarcar.
Mas nada mais havia a fazer para poder continuar naquele lugar.
Era chegada a hora, assim marcava o Big Ben.
Por isso Cata foi para a sua viagem de regresso.
Viu o céu azul com as nuvens brancas, resplandecentes com a luz do sol.
"Sol... não é irónico que sempre que venho a Londres está sol?!"
Lá em cima no avião dormiu.
Dormiu e sonhou.
E sonhou que continuava a dormir.
Nessa pod bed improvisada.
E não era mais ela que dormia, era essa Kate adormecida num hostel perdido num bairro londrino...
Se ao menos pudesse levantar-se e continuar a passear por esses jardins de verde...
E entrar e sair no tube, entre britânicos apressados com sorrisos rasgados ou caras desconfiadas...
Ou quem sabe trabalhar nesse mesmo hostel onde cada dia é um novo dia...
Sim, a Kate pode fazer isso.
Tal como a Katharina pode trabalhar no Flughafen de Frankfurt...
E a Catherine servir croissants na Bastille.
E a Katarina dançar no Ballet Russo.
Mas a Cata.
Essa está de volta.
sábado, maio 24, 2008
sexta-feira, maio 23, 2008
Parks and Gardens
quinta-feira, maio 22, 2008
Aventuras
e mais aventuras.
Que dizer de uma viagem que começa por alguém chegar ao seu destino e de repente o comboio volta para trás?
Será que é algum sinal?
Não sei.
Vou arriscar.
De resto o melhor é mesmo desligar e aproveitar as férias...
Que dizer de uma viagem que começa por alguém chegar ao seu destino e de repente o comboio volta para trás?
Será que é algum sinal?
Não sei.
Vou arriscar.
De resto o melhor é mesmo desligar e aproveitar as férias...
quarta-feira, maio 21, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
And now, the end is near;
And so I face the final curtain.
My friend, I'll say it clear,
I'll state my case, of which I'm certain.
I've lived a life that's full.
I've traveled each and every highway;
And more, much more than this,
I did it my way.
Regrets, I've had a few;
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.
I planned each charted course;
Each careful step along the byway,
But more, much more than this,
I did it my way.
Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew.
But through it all, when there was doubt,
I ate it up and spit it out.
I faced it all and I stood tall;
And did it my way.
I've loved, I've laughed and cried.
I've had my fill; my share of losing.
And now, as tears subside,
I find it all so amusing.
To think I did all that;
And may I say - not in a shy way,
Oh no, oh no not me,
I did it my way.
For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught.
To say the things he truly feels;
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows
And did it my way!
And so I face the final curtain.
My friend, I'll say it clear,
I'll state my case, of which I'm certain.
I've lived a life that's full.
I've traveled each and every highway;
And more, much more than this,
I did it my way.
Regrets, I've had a few;
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.
I planned each charted course;
Each careful step along the byway,
But more, much more than this,
I did it my way.
Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew.
But through it all, when there was doubt,
I ate it up and spit it out.
I faced it all and I stood tall;
And did it my way.
I've loved, I've laughed and cried.
I've had my fill; my share of losing.
And now, as tears subside,
I find it all so amusing.
To think I did all that;
And may I say - not in a shy way,
Oh no, oh no not me,
I did it my way.
For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught.
To say the things he truly feels;
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows
And did it my way!
Subscrever:
Mensagens (Atom)








