segunda-feira, fevereiro 20, 2006

terça-feira, fevereiro 14, 2006

O mais fantástico da vida

é estar com alguém que sabe fazer de um pequeno instante um grande momento.

 
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sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Paciência

 

Quando o aluno está preparado o mestre aparece.
Não procures um tesouro enquanto não souberes o que farias com ele.
Pelo contrário, prepara-te para saber como actuar tendo nas tuas mãos
o tesouro que desejas, como se já o tivesses.
Um dia estarás preparado e aparecerá...
Pelo menos é o que diz a Cláudia
E eu só posso concordar... Posted by Picasa

sexta-feira, janeiro 20, 2006

:)

i fenicotteri per la mia sorella...

 
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quarta-feira, janeiro 18, 2006

As praias desertas

 
As praias desertas continuam esperando por nós dois
A este encontro eu não devo faltar
O mar que brinca na areia está sempre a chamar
Agora eu sei que não posso faltar

O vento que venta lá fora
O mato onde não vai ninguém
Tudo me diz
Não podes mais fingir

Porque tudo na vida há de ser sempre assim
Se eu gosto de você e você gosta de mim
As praias desertas continuam esperando por nós dois Posted by Picasa

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Curiosidades sobre a Sexta-Feira, 13



Lendas que explicam a superstição...

Na Escandinávia existia uma deusa do amor e da beleza chamada Friga (que deu origem a friadagr, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga numa bruxa exilada no alto de uma montanha. Para vingar-se, Friga passou a reunir-se todas as sextas com outras onze bruxas e o diabo - totalizando treze - para rogar pragas sobre os humanos. A superstição espalhou-se da Escandinávia à Europa.

Mitologia nórdica. No Valha, a morada dos deuses, houve um banquete para o qual foram convidados doze divindades. Loki o espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e provocou uma discussão em que morreu o favorito dos deuses. Este episódio serviu para consolidar o relato bíblico da última ceia, onde havia treze pessoas à mesa, na véspera da morte de Cristo. A partir daí muitas pessoas acreditam que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça na certa.

Bom, se considerar que no jantar da passagem do ano eram 13 pessoas... Isto promete! Posted by Picasa

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Gosto de caminhar

 

sem rumo e de bosques cerrados. Gosto de amanhecer com música, do som da chuva na janela, o cheiro da terra molhada. Gosto de dançar ao luar e sorrir ao sol. Gosto de brincar como criança entre adultos carrancudos. Gosto de pregar partidas e de uma boa piada. Gosto do silêncio. Do vento, da brisa do mar. Gosto de um livro que me faça sonhar acordada. Gosto de anoitecer com velas a brilhar, embrenhada na imaginação de um universo paralelo em que tudo pode acontecer.
Gosto de observar os outros. De sorrisos trocados e olhares cumplices. Palavras carinhosas, gestos de ternura. Preenchem o meu livro, compondo a história que quero contar. São a minha música.
Mas também gosto de notas dissonantes. São o meu enredo, o meu suspense, que tornam a história muito mais interessante. Com todos os elementos necessários a uma vida completa. E, por isso, gosto de uma bofetada no momento certo, das palavras que assentam como uma luva. De olhares que valem mais que mil palavras... Posted by Picasa

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Navegando...

... pelo mundo dos blogs, encontrei este comentário a propósito da Humanidade:
"O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão. Nem o idiota se diz idiota. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas inconfessos. Nunca vi um sujeito vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: - "Senhoras e senhores, eu sou um canalha."
De facto era tão mais fácil se cada um admitisse o personagem vilão, idiota ou canalha que existe em si, em vez de o tentar esconder. É porque o mais certo é vir a ser descoberto. E quanto menos o espera.

terça-feira, dezembro 06, 2005

Talk

Oh brother I can't get through
I've been trying hard to reach you, cause I don't know what to do
Oh brother I can't believe it's true
I'm so scared about the future and I wanna talk to you

You can take a picture of something you see
In the future where will I be?
You can climb a ladder up to the sun
Or write a song nobody has sung
Or do something that's never been done

Are you lost or incomplete?
Do you feel like a puzzle, you can't find your missing piece?
Tell me how do you feel?
Well I feel like they're talking in a language I don't speak
And they're talking it to me

So you don't know where you're going, and you wanna talk
And you feel like you're going where you've been before
You tell anyone who'll listen but you feel ignored
Nothing's really making any sense at all
Let's talk
Let's talk

quarta-feira, novembro 30, 2005

 

I don't promise I will heal you, but if you want, I can try... Posted by Picasa

terça-feira, novembro 29, 2005

Sinfonia de Sonhos

 
Os planos
E os sonhos que ardem em nós
Diamantes no fundo
De um rio a rolar

Cometas pelo céu
Os sonhos são assim
Esssência luz das constelações
A plenitude e o fim.

Segue a nave-vida
Pelo azul
E os nossos desejos vão além.

Teu corpo, alegre
Colado ao meu
A vida dançando
À luz dessa manhã

Um novo mundo vem
Nós estaremos lá
Nas praias de um futuro bom

Grãos de areia a brilhar Posted by Picasa

Viajar...

 
Só conheço 9% do mundo?
E eu a pensar que era uma cidadã do mundo?!
Acho que tenho mesmo de me pôr a andar se quero que o mapa fique todo vermelhinho...

E tu? Descobre aqui

Por outro lado, conheço 43% da Europa.

 
Assim parece-me muito melhor.
Nada como mudar de perspectiva...

segunda-feira, novembro 28, 2005

 

L'Auberge Espagnole.
Mais um bom filme. É surpreendente como nestes filmes há sempre ligação com a minha própria vivência. Será coincidência? Co-incidência. É como se várias forças me empurrassem. Acabo sempre por esboçar sorrisos e comover-me com momentos que me parecem tão familiares. Também senti essa confusão inicial, sentia-me perdida numa cidade desconhecida em que nomes como Julius-Leberstrasse, Poppelsdorferallee ou Steinweg não faziam qualquer sentido. Mas à medida que o tempo vai passando, esta passa a ser a nossa realidade.
É como daquela vez que cheguei ao aeroporto da Portela e um simples "Acesso interdito" não fazia qualquer sentido. Esquecemo-nos da língua materna e falamos um inglemão portespanhancês. Alguém me percebia? Não! Nem eu... E de repente, percebo que sou Catarina, Alexandra, Oksanna, Thomas, Carmo, Günther, Dennis, Susanne, Frauke, mas também Carla, Maria, Valentim, Sandra, Ana, Filipe e Nilza. E quem mais? Como dizia o Sócrates: "Não sou ateniense, nem grego. Sou apenas um cidadão do mundo". Posted by Picasa

terça-feira, novembro 15, 2005

 

No domingo fui ver o filme Elizabethtown. Uma comédia romântica não é o tipo de filme que eu vá ver ao cinema. Mas este filme chamou-me a atenção. Primeiro por causa da banda sonora e depois porque toda a história aponta para algo a que não podemos ficar indiferentes. O inesperado pode acontecer e o mais certo é acontecer no momento exacto em que menos esperamos. A forma como lidamos com o inesperado é que me fascina. Há quem se sinta completamente perdido nesses momentos e há quem os encare como fugas ou, quem sabe, sinais do destino para nos chamar a atenção para determinadas questões que achamos como certas e que afinal...
Encaixo-me no segundo tipo de pessoas. E é por isso que de vez em quando (e ultimamente cada vez mais) sou assaltada por algumas dúvidas e apetece-me fazer como o Drew e ir por essas estradas fora em busca de mim própria, dos meus desejos e receios. Mas também é verdade que o que me falta não é coragem, mas sim um mapa.
Fui educada na ilusão de que o melhor é ter tudo planeado, por isso, a ideia de ir numa aventura sem destino sempre me assustou. Obviamente. O ideal seria enganar a razão e, para isso, a melhor forma é traçar um percurso. Claro que na realidade não o seguiria à risca. Conheço-me. Adoro meter-me em atalhos e descobrir que estou completamente perdida. E adoro essa sensação que me obriga a procurar o caminho. A reencontrar-me (acho que é pela sensação de estar numa situação em que estou constantemente a enfrentar o desconhecido).
Nada mais me aborrece do que a rotina. Constantemente os mesmos gestos, caminhos e pessoas são boa razão para dar meia volta e não voltar. Deve ser por isso que estou constantemente a recriar momentos de fantasia, de ilusão. Não que precise disso, mas acaba por tornar tudo muito mais interessante. São as minhas fugas, ou melhor, é a verdadeira Catarina em fuga... Bom, mas isso fica para outro post. Posted by Picasa

segunda-feira, outubro 24, 2005

 

Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one

It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you

You feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile

Who are you?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

And I love you I love you
I want you but I fear you

Who are you? Posted by Picasa

sábado, setembro 17, 2005

Aprender a voar

Crescer é olharmos por nós. Deixarmos de estar à espera de encontrar, em todas as pessoas a quem dizemos «bom dia!», quem olhe por nós. Afinal, crescemos sempre que, no lugar de quem olha por nós, surge quem olhe connosco. E, em vez de correr para nós, corra connosco. E não vivendo por nós nasça connosco... É isso que separa imaginar que se voa de aprender a voar.

sexta-feira, setembro 16, 2005

Muitas pessoas receiam desenhar um rumo para aquilo que desejam. Parecem sentir a vida como um barco sem leme, por não terem quem, olhando consigo, faça de farol e de horizonte ao mesmo tempo, tornando os sonhos navegáveis e dando novos mundos a todos os desejos.

quinta-feira, setembro 15, 2005


Idealizar é dizer adeus sem dar por isso... Posted by Picasa

quarta-feira, setembro 14, 2005

Parece-me que amar é reconhecer

Reconhecer, no sentido de quem se conhece duas vezes. Por fora. E por dentro.
Reconhecer como forma de nos reconhecermos, insaciavelmente, em alguém que faz parte de nós.
Reconhecer como uma estranheza que se esclarece, sempre que alguém precioso me reconhece, mesmo quando não sabemos quem somos.
E reconhecer de gratidão. Pelos gestos de reconhecimento que se trocam quando se ama.
Reconhecermo-nos em alguém... desabafa-nos. Isto é, alivia a angústia de estarmos abafados nas dúvidas com que se constrói a solidão.
E de cada vez que alguém se reconhece em nós... transforma-nos. Olha para além de nós; olha por nós. Sem que com isso sobreponha o seu olhar ao nosso.
Talvez amar seja, realmente, reconhecer. E será por isso que, quando olhamos para o nosso coração, nos doa sempre um bocadinho. Porque talvez sobrem as pessoas que olham para nós, e nos acham complicados... Com o tempo, parecem tornar-se quase nenhumas as pessoas que olham por nós... e nos reconhecem.

segunda-feira, setembro 12, 2005

When you try your best, but you don't succeed
When you get what you want, but not what you need
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse

When the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?

High up above or down below
When you too in love to let it go
If you never try you'll never know
Just what you're worth

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you